Os ministros da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e da Turquia, Ismet Yilmaz, manifestaram o interesse de estreitar a cooperação bilateral na área de defesa entre os dois países. Os ministros se encontraram na sede do Comando Militar do Sudeste, na cidade de São Paulo, evento que marcou o início da visita oficial que o representante turco e comitiva fazem ao Brasil esta semana.Na avaliação do ministro brasileiro, embora estejam situados em cenários geopolíticos distintos, Brasil e Turquia possuem necessidades semelhantes de Defesa. Segundo ele, ambos os países buscam o desenvolvimento de projetos militares modernos, com capacitação nacional e tecnologia autônoma, em setores como o naval, aeroespacial, fabricação de blindados, defesa cibernética e veículos aéreos não tripulados (VANTs), entre outros.
A ADESG foi fundada em 7 de dezembro de 1951.Considerada de utilidade pública por Decreto, em 21 de outubro de 1954.Tem a Missão de congregar os diplomados da Escola Superior de Guerra(ESG)vivificar a solidariedade de seus integrantes. A ADESG atuará sem vinculações com partidos políticos, entidades, grupos, associações ou organizações de qualquer natureza. Em Portugal tem sede em Pedroso - Vila Nova de Gaia. Seu Representante é o Adv. Artur Victoria
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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:
- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes
- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade
- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
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sábado, 12 de maio de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Países lusófonos querem maior cooperação militar com Portugal e Brasil
Os comandos das Armadas de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste apelaram a uma maior cooperação militar com Portugal e Brasil.
Actualmente, a Marinha de Guerra portuguesa conta com cerca de 13.200 homens, e tem sido a responsável pela maior parte da cooperação militar com as suas congéneres da CPLP.
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sábado, 21 de abril de 2012
Plano decenal de cooperação Brasil - China
Eis algumas outras ações que poderão integrar o plano:
- Fortalecer a colaboração dos dois países, baseada no trabalho conjunto entre INPE CRESDA, para aumentar a distribuição internacional dos dados dos satélites CBERS-03 e CBERS-04, com novas estações terrestres de recepção de seus dados, visando ampliar as aplicações ambientais de monitoramento dos ecossistemas terrestres e outras aplicações de interesse global.
- Implementar o Programa CBERSs for Africa, colocando em prática os Memorandos de Entendimento para a recepção de imagens do CBERS-3, assinados com a África do Sul, a Espanha (para a implantação da Estação terrestre de Maspalomas, nas Ilhas Canárias) e Egito (para a implantação da Estação de Aswan);
- Elaborar e assinar o Memorando de Entendimento entre MCTI e CMA (Administração Meteorológica da China) destinado a criar o Centro Brasil-China de Pesquisa Meteorológica por Satélite, tendo como agências implementadoras o INPE e o NSMC (Centro Nacional de Satélites Meteorológicos da CMA).
- Fortalecer o trabalho conjunto entre INPE e CEODE (Centro de Observação da Terra e da Geoinformação Digital) no mapeamento de aplicações para a agricultura; no desenvolvimento de acesso aberto e gratuito de ferramentas computacionais; na modelagem ambiental; nos sistemas de monitoramento de desastres naturais e tecnologia espacial para o estudo das mudanças ambientais globais;
- Fortalecer a colaboração entre INPE e CSSAR (Centro de Ciência Espacial e de Pesquisa Aplicada), com a realização de observações conjuntas e estudos da ionosfera e atmosfera média e alta em baixas latitudes; e
- Dar continuidade ao acordo que estabelece o apoio das estações terrestres do Brasil aos voos tripulados das missões Shenzhou, em colaboração com o Centro Chinês de Lançamento e Rastreamento (CLTC – China Launch and Tracking Center).
- Fortalecer a colaboração dos dois países, baseada no trabalho conjunto entre INPE CRESDA, para aumentar a distribuição internacional dos dados dos satélites CBERS-03 e CBERS-04, com novas estações terrestres de recepção de seus dados, visando ampliar as aplicações ambientais de monitoramento dos ecossistemas terrestres e outras aplicações de interesse global.
- Implementar o Programa CBERSs for Africa, colocando em prática os Memorandos de Entendimento para a recepção de imagens do CBERS-3, assinados com a África do Sul, a Espanha (para a implantação da Estação terrestre de Maspalomas, nas Ilhas Canárias) e Egito (para a implantação da Estação de Aswan);
- Elaborar e assinar o Memorando de Entendimento entre MCTI e CMA (Administração Meteorológica da China) destinado a criar o Centro Brasil-China de Pesquisa Meteorológica por Satélite, tendo como agências implementadoras o INPE e o NSMC (Centro Nacional de Satélites Meteorológicos da CMA).
- Fortalecer o trabalho conjunto entre INPE e CEODE (Centro de Observação da Terra e da Geoinformação Digital) no mapeamento de aplicações para a agricultura; no desenvolvimento de acesso aberto e gratuito de ferramentas computacionais; na modelagem ambiental; nos sistemas de monitoramento de desastres naturais e tecnologia espacial para o estudo das mudanças ambientais globais;
- Fortalecer a colaboração entre INPE e CSSAR (Centro de Ciência Espacial e de Pesquisa Aplicada), com a realização de observações conjuntas e estudos da ionosfera e atmosfera média e alta em baixas latitudes; e
- Dar continuidade ao acordo que estabelece o apoio das estações terrestres do Brasil aos voos tripulados das missões Shenzhou, em colaboração com o Centro Chinês de Lançamento e Rastreamento (CLTC – China Launch and Tracking Center).
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Caças Não Estarão na Agenda do Encontro de Dilma Com Obama
EUA e Brasil buscam intensificar negócios –
Vice-secretário diz que o Departamento de Estado vai ajudar companhias
americanas e brasileiras a fazerem investimentos Cientes do impossível diálogo
sobre livre comércio, os Estados Unidos envolveram o Brasil na sua “diplomacia de
empregos” de forma singular. Washington vê hoje o Brasil como uma fonte de
investimentos produtivos, como mercado em expansão para as suas exportações de
manufaturas e como futuro provedor de petróleo e gás. Longe das mesas de
negociações comerciais, pretendem estimular contratos de negócios e investimentos
recíprocos com base no arcabouço de cooperação econômica estabelecido no ano passado.
A presidente Dilma Rousseff será recebida na Casa Branca no próximo dia 9 de
abril nesse contexto de ansiedade dos EUA em gerar empregos domésticos por meio
da maior conexão entre as duas economias. A base da relação econômica
bilateral de longo prazo foi desenhada em março de 2011, em Brasília, quando
Dilma e o presidente americano, Barack Obama, assinaram o memorando de cooperação
econômica e o diálogo estratégico sobre energia. O desafio, agora, será
desdobrar esses acordos em contratos no setor privado. O Brasil tem sido
tratado como um “aliado” por Washington, ciente das divergências em vários campos
diplomáticos. Mas, curiosamente, ainda não é chamado por Washington como
“parceiro”, em sentido mais amplo, a exemplo da também emergente Índia e dos
países da Parceira Transatlântica, a prioridade de sua política comercial.
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Brasil e China estudarão plano espacial de 10 anos
A mais alta instância da cooperação Brasil-China referendou, em 13 de fevereiro passado, a decisão tomada ainda em agosto de 2011 pela Subcomissão Espacial brasileiro-chinesa de criação de um grupo de trabalho especialmente encarregado de discutir e elaborar um plano decenal de colaboração em atividades espaciais.
Não poderia haver maior e mais ambiciosa novidade na já longa – e nem sempre retilínea – trajetória da cooperação espacial entre os dois países, iniciada em junho de 1988, quando o então Presidente José Sarney assinou, em Pequim, o primeiro acordo envolvendo tecnologia de ponta entre países em desenvolvimento, para a construção conjunta do primeiro satélite Brasil-China de recursos naturais da Terra, ou seja, de sensoriamento remoto dos recursos e riquezas terrestres, conhecido pela sigla CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite).
A notícia é extremamente alvissareira. Significa que o Brasil aprovou a possibilidade de assumir um plano de planejamento espacial de nada menos de 10 anos, junto com um país altamente planejado, que graças a isso deu uma virada histórica – com um ritmo vertiginoso de crescimento – e, hoje, está bem próximo de se tornar uma potência econômica e política como poucas. Quando fizemos algo semelhante? Nunca.
A tarefa nos impõe não apenas uma política de governo, mas, em especial, uma política de Estado, de longo prazo, de pensar grande, à prova de mandatos e gestões de alguns poucos anos, apequenados pelo imediatismo. Eis aí ao alcance de nossas mãos a efetivação do antigo sonho de nossa comunidade científica e tecnológica, além de muitos gestores, ministros e parlamentares, todos conscientemente de olho nos campos estratégicos do conhecimento, indispensáveis ao desenvolvimento sustentável, sensato, responsável e promissor, que pedem muito mais do que três ou quatro anos.
Isso implica outras tarefas desafiantes. Teremos que mudar de hábitos, olhar mais longe, pesquisar a fundo com dados mais prospectivos, alargar nossas reflexões e hipóteses, e nos organizar como jamais antes para compor um novíssimo grupo de trabalho, com gente capaz e disposta a se empenhar sistematicamente na montagem de um plano de ações definidas e priorizadas com o máximo cuidado, segurança e determinação para toda uma década, no mínimo.
O plano decenal, se de fato vingar e ganhar corpo, incluirá o CBERS-5 e -6, e os seguintes, um satélite de meteorologia e, quem sabe, um satélite radar (capaz de superar as intempéries que dificultam a observação da Terra), que tanto necessitamos para melhor monitorar a imensa Amazônia, patrimônio inestimável a zelar, conhecer e explorar de forma sustentável com a mais avançada tecnologia.
Será uma escola de futuro. Provavelmente das primeiras e mais eficientes em suas múltiplas experiências e lições. Nela, poderemos formar toda uma geração de graduados, pós-graduados, técnicos, especialistas, empresários, usuários e cidadãos preparados para viver num tempo que ainda nem sabemos se realmente virá, tamanha é a crise global que hoje enfrentamos, querendo ou não.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Ministério da Defesa recebe comitivas da Alemanha e da China.
Os grupos de trabalho apresentarão possibilidades de intercâmbio acadêmico entre os institutos de tecnologia, desenvolvimento conjunto de pesquisa científica, cooperação em atividades espaciais e projeto e desenvolvimento de veículos de lançamento e de satélites. A parte brasileira tem interesse no uso de imagens obtidas por radares de abertura sintética para combater o crime organizado e o desmatamento na Amazônia Legal.Os dois países participam de operações de paz em vários continentes e boa parte da programação será dedicada à troca de experiência nessa área, bem como sobre seus sistemas de mobilização. Também serão discutidas possíveis ações conjuntas entre as duas Forças Armadas e a venda de armas produzidas pela República Popular da China para a América Latina.
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