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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:

- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes

- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade

- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
Laton Tombé

Obras a publicitar em breve
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sábado, 21 de abril de 2012

Censipam 10 anos: avanços na defesa da Amazônia

Inaugurado há exatos dez anos, em Brasília (DF), o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) é hoje referência no uso do sensoriamento remoto da Amazônia Legal, o que tem possibilitado avanços na defesa estratégica da região. De acordo com o secretário de Coordenação e Organização Institucional do MD, Ari Matos Cardoso, o órgão tem contribuído significativamente para aprimorar a atuação de outros setores da Defesa na Amazônia brasileira, bem como de instituições que mantêm projetos na área. “O Centro exerce importante trabalho com o suporte de informações para o subsídio de iniciativas que envolvem os comandos militares, como a Operação Ágata e atividades para proteger nossas fronteiras”, garante. Desde 2011, o Censipam está ligado ao Ministério da Defesa (MD). Segundo o secretário, as funções do órgão apresentam “interface estreita com os comandos militares”, principalmente no que se refere às diretrizes previstas na Estratégia Nacional de Defesa [END]. A END prioriza a região amazônica por ser um dos focos de maior interesse para a defesa nacional. A proteção da área exige avanço no desenvolvimento sustentável, que passa pelo monitoramento, controle, mobilidade e presença do Estado.

Helicóptero de ataque AH-2 participa pela primeira vez de manobras no sul do País

Helicópteros de ataque AH-2 Sabre da Força Aérea Brasileira (FAB), pertencente ao Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv) Esquadrão Poti, sediado em Porto Velho (RO) participam da FAEX XII. Estas aeronaves estão operando a partir da Base Aérea de Florianópolis (BAFL) juntamente com outras unidades da FAB. O AH-2 Sabre, designação dada pela FAB para o Mi-35M de fabricação russa, é um helicóptero utilizado principalmente em missões de ataque, escolta, interceptação, assalto armado e reconhecimento. O governo brasileiro comprou 12 aparelhos que começaram a operar regularmente em 2010, e sua principal aplicação operacional é atuar nas regiões de fronteiras da Amazônia. Os Sabres são os helicópteros mais bem armados da FAB na atualidade, possuindo um canhão orientável de dois canos GSh-23 de 23 mm, sistemas para uso de mísseis anti-carro guiados, lançadores de foguetes, etc. O modelo dispõe um moderno sensor de visão frontal infravermelha (FLIR) para realizar a aquisição de alvos e pontaria das armas. Além de suas qualidades ofensivas, o AH-2 é construído de forma a garantir a sobrevivência do helicóptero nos mais duros ambientes de combate, incorporando blindagens das partes vitais da aeronave e uma eficiente suíte de contra-medidas dotada de lançadores de flare, interferidor ativo de radiação infra-vermelha (IR), sistema de alerta de radar (RHAW) e supressores de calor nos dutos de saída dos motores. O AH-2 tem uma cabine com capacidade de transportar um pequeno comando de soldados, característica que abre possibilidades de emprego do aparelho em missões C-SAR (Combate-SAR).

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Relatório sigiloso da Defesa comprova sucateamento do setor militar no País



O orçamento atual da defesa no País representa 1,39% do PIB, enquanto a Índia investe nesta área 2,8% de seu PIB, e a China, 2,2%.
Na Força Aérea Brasileira (FAB), a situação não é diferente. Dos 219 caças que a Força dispõe, há apenas 72 em operação, o que corresponde a 32%. Em março, eram 85 caças em funcionamento.
Dos 81 helicópteros que a Aeronáutica possui, apenas 22 estão voando, o que corresponde a 27% do total. Em março, eram 27 helicópteros em operação. No caso dos aviões de transporte de tropa, dos 174 que a FAB possui, 67 estão em operação, ou seja, 38%. Em março, 100 aviões deste tipo estavam voando. Aviões de instrução e treinamento caíram de 74 para 49 em funcionamento.
Reforço. Nos bastidores, os militares reclamam e pedem reforço orçamentário. Apontam que quase 90% dos aviões da FAB têm mais de 15 anos de uso, enquanto numa força operacional o recomendável é que, no máximo 50% das aeronaves podem ter mais do que 10 anos de uso. As nove baterias antiaéreas do País estão fora de uso.
O Exército também enfrenta problemas com seus helicópteros. Dos 78 que possui, exatamente a metade está parada. Em relação aos blindados, 40% deles estão parados.
A Força terrestre apresenta apenas um número grandioso: 5.318 viaturas sobre rodas. No entanto, essas são na maior parte carros oficiais para transporte de oficiais de alta patente, jipe e caminhões ultrapassados.
A situação é tão precária que todas as 23 aeronaves a jato da Marinha estão nas oficinas da Embraer. Mas só 12 sairão de lá para missões. As outras 11 serão "canibalizadas" para fornecer peças para aos "sobreviventes".