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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:

- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes

- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade

- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
Laton Tombé

Obras a publicitar em breve
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Apresentação de livro na cidade do Porto




Auditório da Douro Azul

31de Outubro, 4ª feira, às 18h30, entrada livre


            Num livro interessante, fácil de ler e com muito de autobiográfico, o Cte.  Michael Abrashoff conta-nos como em menos de um ano tornou o U. S. S.  BENFOLD no melhor navio da U.S. Navy da Esquadra do Pacífico, quer nos aspectos do desempenho operacional, quer no que se refere às áreas administrativas e de gestão.
            Quais as técnicas de management, quais os segredos de liderança do Cte. Abrashoff, do “Megafone Mike”, como a sua guarnição, com carinho e respeito, lhe chamava ?
            Os titulos dos vários capitulos falam por si: “liderar pelo exemplo”, “ouvir com atenção”, “comunicar o objectivo e o fim”, “criar um clima de confiança”, “o objectivo é atingir resultados”, “assumir riscos calculados”, “ultrapassar os procedimentos padrão”, “desenvolver profissionalmente a guarnição”, “gerar unidade” e “melhorar a qualidade de vida do pessoal”.
            A apresentação pública de “É o seu navio!” na cidade do Porto terá lugar no dia 31 de Outubro, 4ª feira, às 18h30, em sessão pública, com entrada livre,  a realizar no auditório da firma Douro Azul, na Rua de Miragaia, nº 103. Será apresentada simultâneamente, por um “marinheiro”, o V/Alm Conde Baguinho, ex- Vice CEMA, e por um “gestor”, o Dr. Miguel Marques, partner da Consultora PriceWaterhouse Coopers. A mesa será presidida pelo Dr. Mário Ferreira, Administrador da Douro Azul, onde estarão também presentes  os dois apresentadores e o editor.
           
            Esta obra foi já apresentada, com grande sucesso, no dia 14 de Junho no Clube Militar Naval, em Lisboa,  no dia 25 de Junho, na Biblioteca Municipal, em Tavira, no Algarve e em Aveiro, no auditório do ISCIA, no dia 20 de Setembro.
            Este livro foi traduzido para português e editado recentemente pelas editoras Oasis e ENN–Editora Nautica Nacional, Lda, e teve  o apoio da AORN – Associação dos Oficiais da Reserva Naval e, entre outras,  das firmas ou instituições  Arsenal do Alfeite, S.A., DouroAzul, EPUL, ESRI, FEDRAVE/ISCIA,  Lindley-Marinas & Sinalização, Lda, MSC, MSC-Cruzeiros, Portline e Seguros Lusitânia.
             A edição portuguesa, de 266 páginas, tem um prefácio assinado por um dos editores, o V/Alm Alexandre da Fonseca, que fez também a revisão técnica  da tradução. Está à venda nas livrarias, com um preço de capa de 25€. Os assinantes da  Revista de Marinha, e os participantes nas sessões de apresentação, contudo,  poderão adquiri-lo pelo preço de 19,5€, ou 29,5€ para a versão de capas cartonadas, a que acrescem, se aplicavel, os portes de correio (2,20€). O seu envio  poderá ser solicitado através dos telefones fixo 21 928 13 77 , movel  91 996 4738 e e-mail revistamarinha@gmail.com .

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Visita Operativa do NVe Cisne Branco

Apraz-me transmitir-lhes o press release da Visita Operativa do NVe Cisne Branco à Ponta Delgada - Açores, no período de 24 a 27 de Julho de 2012.
Como é do conhecimento, o navio estará aberto a Visitação Pública nos dias 24 e 26 de Julho, após às 14:00hs e com encerramento às 18:00hs, com entrada franca, no Cais das Portas do Mar.
Os ficheiros adjuntos (em ppt. e pdf.) oferecem o escopo, não só da visita em si, mas, também, desse meio naval da Marinha do Brasil, incluindo peculiaridades que contribuem para a ampliação da mentalidade marítima internacional e para o estreitamento dos laços de amizade que já unem Portugal e o Brasil.
Dessa forma e, até por ter visto em Lisboa um anúncio relacionado ao incremento da supramencionada mentalidade marítima, proponho a divulgação de matéria atinente ao tema na Região Autónoma dos Açores e em Portugal Continental.

sábado, 12 de maio de 2012

Marinha da CPLP

Ocorreu  na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, a cerimônia inaugural do III Simpósio das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com a presença do ministro da Defesa, Embaixador Celso Amorim, e do comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto. Ao discursar, o ministro da Defesa ressaltou que um dos resultados esperados do encontro é a apresentação de uma proposta factível para que todos cooperem mutuamente para aumentar a “segurança marítima” nas águas jurisdicionais de cada país, sem interferir nas soberanias nacionais. A Marinha Portuguesa também destacou a extensão do mar português, que corresponde a 19 vezes o território nacional, e o duplo uso do mar, o militar e o não militar, além de ressaltar a importância da produção, disseminação e integração das informações para garantir o pleno uso do mar entre os países membros.

domingo, 22 de abril de 2012

Países lusófonos querem maior cooperação militar com Portugal e Brasil

Os comandos das Armadas de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste apelaram a uma maior cooperação militar com Portugal e Brasil.
Actualmente, a Marinha de Guerra portuguesa conta com cerca de 13.200 homens, e tem sido a responsável pela maior parte da cooperação militar com as suas congéneres da CPLP.

domingo, 8 de janeiro de 2012

MANSUP segue em frente

A Marinha do Brasil assinou os últimos contratos que cobrem os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento do programa MANSUP (Míssil Anti-Navio de Superfície), que está programado para entrar em serviço no final desta década.
Além da Atech, cuja atuação será a de gerenciamento complementar, e da Omnisys, responsável pelo buscador de alvos (auto-diretor) do equipamento, Avibras e Mectron foram contratadas para fornecer o propulsor de combustível sólido e construir o protótipo, respectivamente. As duas empresas já estão envolvidas no programa de modernização dos MBDA MM40 Exocet Block II da MB, sendo que o primeiro foi entregue em outubro passado.
A Marinha do Brasil irá coordenar o programa de desenvolvimento, cujo objetivo é criar um substituto para os MM40. Segundo fontes classificadas o MANSUP consumirá inicialmente US$ 50 milhões.
Projetado para alcançar alvos a 70 quilômetros de distância, o MANSUP será guiado na fase final de aproximação do alvo por um buscador de radar ativo.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Artur Victoria, Representante da ADESG na Europa foi contemplado com a Medalha Amigo da Marinha

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Brasil aumenta poder naval para proteger reservas de petróleo - A Marinha ficou encarregada de desenvolver uma força para proteger as enormes reservas de petróleo do pré-sal, a bacia do Rio Amazonas e seus 7.491 quilômetros de costa


Como parte da Estratégia de Defesa Nacional apresentada em 2008, a Marinha ficou encarregada de desenvolver uma força para proteger as enormes reservas de petróleo do pré-sal, a bacia do Rio Amazonas e seus 7.491 quilômetros de costa. Os campos de petróleo, localizados no sudeste da costa do país podem conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo de alta qualidade, de acordo com estimativas oficiais.
Em um discurso ao comando da Marinha em junho, a presidente Dilma Rousseff ressaltou que esse desenvolvimento, incluindo a aquisição do primeiro submarino do país de propulsão nuclear, representa um importante "instrumento de dissuasão". No começo deste mês, o almirante Luiz Umberto de Mendonça disse a um painel do congresso que cerca de US$ 117 bilhões seriam necessários em 2030 para financiar o projeto, incluindo a aquisição de 20 submarinos convencionais, seis de energia nuclear e a criação de uma segunda frota que ficará em uma base no Nordeste.
 Eric Wertheim, um analista do Instituto Naval dos EUA, em Annapolis, disse que o Brasil, com "uma poderosa economia e cerca de 200 milhões de pessoas deve ter condições de defender seus campos de petróleo em águas profundas e a região da Amazônia". "O país (deve) também estar pronto para um futuro imprevisível que pode incluir demandas como escoltar navios mercantes que estão vulneráveis a ataques de piratas do outro lado do mundo", disse Wertheim à AFP, que edita o Guia do Instituto Naval para Frotas de Combate do Mundo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Brasil negocia acesso a software de submarino nuclear


O Brasil pode obter a transferência de tecnologia dos softwares do submarino nuclear que vai construir em parceria com a França. A afirmação é do presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni. A transferência da tecnologia não está prevista no acordo, mas, segundo Mazoni, os diálogos "estão indo bem nesse sentido" e o Brasil deve obter o acesso aos códigos fonte que controlam o equipamento. "É certo que [o Brasil] consegue".
Mazoni afirma que o Serpro só entrou na discussão acerca da transferência da tecnologia dos softwares utilizados no submarino no ano passado, quando houve as primeiras reuniões de cooperação técnica com a França na área de supercomputação. A partir daí, os técnicos brasileiros passaram a dar atenção à questão dos softwares do submarino. "Eles dizem que o produto é aberto, nós queremos ver o produto, transferir conhecimento", diz Mazoni.
Ter acesso ao códigos dos softwares, afirma o presidente do Serpro, é fundamental para saber como o submarino funciona. Os militares brasileiros, diz Mazoni, estão preocupados com a transferência de conhecimento de softwares dos equipamentos que adquire. "Nós temos uma boa parceria com o Ministério da Defesa e, hoje, a própria Marinha e o Exército brasileiros estão bastante avançados, inclusive no [uso] de software de código aberto", diz.
Esse tipo de preocupação na área de segurança não é exclusividade do Brasil, afirma Mazoni. Um exemplo, diz ele, é o exército alemão, que só compra equipamentos eletrônicos com softwares de código aberto. "[Na Alemanha] as Forças Armadas não usam produtos vindos dos Estados Unidos".

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Motor Nacional para Mísseis Exocet MM40


Sob a coordenação da Gerência Especial para Mísseis da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha, foi realizado, no dia 20 de setembro, a queima completa em bancada do motor nacional para a recertificação dos Mísseis Exocet MM40. O motor foi desenvolvido pela empresa AVIBRAS com transferência de tecnologia para o projeto, fornecida pelo próprio fabricante do míssil – a empresa francesa MBDA.
A queima controlada ocorreu na empresa AVIBRAS, em São José dos Campos (SP), e os resultados demonstram que o desempenho do motor atingiu as especificações fornecidas pelo fabricante francês, com maior uniformidade e melhoria de alguns parâmetros de projeto em relação ao motor original.
O sucesso deste resultado permitirá que o País torne-se auto-suficiente na fabricação de motores deste tipo, tanto para a recertificação dos mísseis, atualmente existentes em nossas dotações, como para a motorização do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MAN-SUP), cujo projeto já foi iniciado e contará com a participação de várias empresas nacionais, tais como a própria AVIBRAS, a Mectron, a OMNISYS, a Fundação Atech e a ARES, além das Instituições de Ciência e Tecnologia da Marinha: Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Instituto de Pesquisas da Marinha e Centro de Análises de Sistemas Navais.

sábado, 12 de novembro de 2011

Marinha Brasileira apoia pesquisas na Ilha Elefante, na Antártica


O Navio Polar “Almirante Maximiano” desembarcou o primeiro grupo de pesquisadores da Operação “Antártica XXX”, na Ilha Elefante.Em Elefante, ilha montanhosa e coberta de gelo localizada nas Ilhas Shetland do Sul, no Continente Antártico, o Brasil mantem o refúgio Emílio Goeldi. Inicialmente, três funcionários do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro foram levados à ilha para realizar a manutenção anual do refúgio, que servirá de base para o acampamento do projeto de estudos da biologia e ecologia das populações de aves do arquipélago, onde, nesta primeira etapa, seis pesquisadores e um alpinista permanecerão por mais de 40 dias coletando amostras sanguíneas, realizando medidas, recenseamento e o anilhamento da população de aves. O desembarque foi possível graças ao emprego de uma aeronave Esquilo Biturbina do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), orgânica do navio.Outro material do projeto que estuda a biodiversidade, distribuição e ciclo de vida de macroalgas e fungos foi levado à ilha por bote, auxiliado pelo grupo de mergulhadores destacados do Comando da Força de Submarinos.As próximas etapas destes estudos se darão, nesta região, até meados de março de 2012, quando o Navio Polar “Almirante Maximiano” proporcionará o retorno do material e dos cientistas.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Rússia: Defesa troca submarinos - Saem os Akula e entram em ação os submarinos da classe Borey













O Ministério da Defesa da Rússia decidiu desativar, até 2014, os submarinos atômicos da classe Akula (Tubarão). Segundo a Defesa, a medida revela a adequação da Rússia ao Tratado START 3, firmado com os Estados Unidos em 8 de abril de 2010 e que prevê a redução das armas estratégicas.De acordo com a agência de notícias RIA Novosti, os submarinos da classe Akula serão gradativamente substituídos pelos da classe Borey, considerados mais eficientes e mais econômicos em termos operacionais.A reciclagem de submarinos e o meio ambienteSubmarinos nucleares reciclados da Rússia não representam risco para o meio ambiente. Isto é o que garante a Empresa de Pesquisas e Produção Ekoatom, após analisar o processamento de resíduos radioativos dos submarinos. A Ekoatom concluiu que processamento é realizado no mais alto nível, de acordo com padrões internacionais de segurança.A Ekoatom também divulgou que as instalações radioativas estão sendo desativadas, e instaladas em ambientes seguros. Desta forma, cessam os riscos de danos ambientais e muitas embarcações, que poderiam contribuir para a poluição, vêm sendo plenamente recuperadas.

sábado, 29 de outubro de 2011

Comandante-em-Chefe da Esquadra visita a Fragata “União”

O Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, Comandante da Força-Tarefa 710.1, decolou, no dia 9 de outubro, da Fragata “Niterói”, Capitânia da Força-Tarefa, para visitar a Fragata “União”, durante os exercícios da Operação “TROPICALEX”. Os navios, que suspenderam da Base Naval do Rio de Janeiro em 6 de outubro, estavam navegando ao norte do Arquipélago de Abrolhos, conduzindo exercícios para adestramento dos meios da Esquadra e preparo da Fragata “União” para participar, como Capitânia, da Maritime Task Force (MTF) da Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano (UNIFIL) comandada pelo Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Quatro navios do Comando da Flotilha de Mato Grosso participaram da Operação “ACRUX-V”


No período de 18 a 23 de agosto, foi realizada a Operação Ribeirinha Combinada “ACRUX-V” na região de Ibicuy, na Província de Buenos Aires, Argentina. A Operação é realizada a cada dois anos em caráter de rodízio entre as Marinhas da Argentina, da Bolívia, do Brasil e do Paraguai. O Uruguai participa como observador. Na edição de 2011, a Marinha do Brasil participou com os seguintes meios: Monitor “Parnaíba”, Navio-Transporte Fluvial “Paraguassu”, Navio de Apoio
Logístico Fluvial “Potengi”, Navio-Patrulha “Penedo”, uma Companhia de Fuzileiros Navais e um Helicóptero IH-6B. Nesse exercício, coube ao Comando da Flotilha de Mato Grosso exercer o comando do Grupo Tarefa de Assalto Ribeirinho Combinado. Foram realizadas ações de desembarque por superfície, tomada de pontos estratégicos em terra e controle do tráfego fluvial. Destaca-se, ainda, o aspecto meio ambiente como o grande desafio da tropa brasileira, em função do desembarque ribeirinho ter ocorrido com temperatura em torno de 0º.
O exercício, além de incrementar a interoperabilidade com Marinhas amigas, possibilitou o estreitamento dos laços de amizade entre os Países participantes.

domingo, 11 de setembro de 2011

Visita ao Navio Escola Brasil


Visita ao Navio Escola Brasil por 80 crianças dos 8/16 anos provenientes das zonas norte, centro e sul de Portugal.
Com a colaboração de Pedroso, Ferreira do Alentejo e Ourem, foi feita uma visita de estudo ao Museu da Marinha em Lisboa, seguindo - se por uma recepção a bordo do Navio Escola Brasil.
Esta atividade foi da iniciativa conjunta com a Aditancia da Defesa e Marinha na Embaixada em Lisboa, dirigida pelo Senhor Adido Comandante Alexandre Dias da Cruz. Devido á preciosa colaboração entre o Capitão-de-Mar-e-Guerra Alexandre A. A. Dias da Cruz e o Dr. Artur Victoria foi possível mobilizar recursos humanos e logísticos para esta iniciativa inédita.

sábado, 3 de setembro de 2011

Visita do Navio Escola Brasil a Lisboa dia 6 Setembro

O Navio Escola “BRASIL” foi construído a partir de projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval da Marinha do Brasil (MB). Sua construção foi iniciada em setembro de 1981, com o batimento da sua quilha no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.
O Navio foi lançado ao mar em setembro de 1983 e incorporado à MB, em 21 de agosto de 1986, ocasião na qual foi transferido à Esquadra.
É nesse navio realizada, anualmente, a Viagem de Instrução de Guardas-Marinha, a fim de complementar - de forma prática, os conhecimentos teóricos adquiridos na Escola Naval, ainda como Aspirantes ao oficialato.
A Viagem de Instrução têm, ainda, como tarefas ministrar aulas práticas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias, administração naval, embarque e carregamento, liderança e prover a participação ativa dos Guardas-Marinha na vida de bordo. Além disso, ela contribui para a formação profissional e cultural dos futuros oficiais e para o estreitamento dos laços de amizade com nação amigas.
Em 09 de julho de 2011, o Navio suspendeu do Rio de Janeiro para a sua XXV Viagem de Instrução de Guardas-Marinha, com retorno previsto para dezembro do corrente ano. Nesta viagem o Navio visitará 20 portos no Brasil e no exterior.
Salvador - Bahia - Brasil Valência - Espanha
Tenerife - Espanha Baltimore - Estados Unidos da América
Amsterdam - Holanda Fort Lauderdale - Estados Unidos da América
São Petersburgo - Rússia Nassau - Bahamas
Hamburgo - Alemanha Cartagena - Colômbia
Le Havre - França Guayaquil - Equador
Londres - Inglaterra Callao - Peru
Lisboa - Portugal Valparaíso - Chile
Pireu - Grécia Montevidéu - Uruguai
Civitavecchia - Itália Buenos Aires - Argentina