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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:

- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes

- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade

- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
Laton Tombé

Obras a publicitar em breve

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Rússia: Defesa troca submarinos - Saem os Akula e entram em ação os submarinos da classe Borey













O Ministério da Defesa da Rússia decidiu desativar, até 2014, os submarinos atômicos da classe Akula (Tubarão). Segundo a Defesa, a medida revela a adequação da Rússia ao Tratado START 3, firmado com os Estados Unidos em 8 de abril de 2010 e que prevê a redução das armas estratégicas.De acordo com a agência de notícias RIA Novosti, os submarinos da classe Akula serão gradativamente substituídos pelos da classe Borey, considerados mais eficientes e mais econômicos em termos operacionais.A reciclagem de submarinos e o meio ambienteSubmarinos nucleares reciclados da Rússia não representam risco para o meio ambiente. Isto é o que garante a Empresa de Pesquisas e Produção Ekoatom, após analisar o processamento de resíduos radioativos dos submarinos. A Ekoatom concluiu que processamento é realizado no mais alto nível, de acordo com padrões internacionais de segurança.A Ekoatom também divulgou que as instalações radioativas estão sendo desativadas, e instaladas em ambientes seguros. Desta forma, cessam os riscos de danos ambientais e muitas embarcações, que poderiam contribuir para a poluição, vêm sendo plenamente recuperadas.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O que é o Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN)?

1. O que é o Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN)? O Livro Branco é um documento público, em forma de livro, que expõe a visão do governo sobre o tema da defesa, a ser apresentado à comunidade nacional e internacional. O documento divulga e detalha a política e a estratégia de defesa do país, bem como os meios disponíveis e a articulação das Forças Armadas. O objetivo é constituir um instrumento gerador de confiança mútua entre os países, ao fazer uma apresentação transparente de temas sensíveis de segurança e defesa.
2. Quando a publicação estará disponível? O Poder Executivo encaminhará o LBDN à apreciação do Congresso Nacional na primeira metade da sessão legislativa ordinária de 2012. Posteriormente, de quatro em quatro anos, serão remetidas as devidas atualizações – não apenas do Livro Branco de Defesa Nacional, mas também da Política de Defesa Nacional e da Estratégia Nacional de Defesa.
3. Qual será o conteúdo do Livro Branco no Brasil? O LBDN deverá conter dados estratégicos, orçamentários, institucionais e materiais detalhados sobre as Forças Armadas brasileiras e a Defesa Nacional como um todo.
4. De que maneira a publicação desdobrará esses assuntos? O Livro Branco apresentará os assuntos de defesa da seguinte forma: I - cenário estratégico para o século XXI;II - política nacional de defesa;III - estratégia nacional de defesa;IV - modernização das Forças Armadas;V - racionalização e adaptação das estruturas de defesa;VI - suporte econômico da defesa nacional;VII - as Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica;VIII - operações de paz e ajuda humanitária.
5. Por que é importante para o Brasil ter o LBDN? O Livro Branco de Defesa Nacional é um documento-chave da política nacional, porque oferece a visão do governo à respeito da defesa. É um material público que descreve o contexto amplo da política estratégica para o planejamento da defesa, com uma perspectiva de médio e longo prazos. Além disso, ele cumpre uma determinação legal, prevista no parágrafo 1º do artigo 9º da Lei Complementar nº 97/99.
6. Quem irá elaborar o Livro Branco? O Livro Branco de Defesa Nacional será produto de um trabalho conjunto que envolve o Ministério da Defesa , como coordenador, e os seguintes órgãos: – Ministério da Ciência e Tecnologia; – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; – Ministério da Fazenda; – Ministério da Integração Nacional; – Ministério da Justiça; – Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão; – Ministério das Relações Exteriores; – Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República; – Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; – Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
7. Que outras opiniões serão levadas em conta no LBDN? Haverá opiniões do público em geral, de organizações não-governamentais e do setor industrial, bem como de grupos de peritos e parceiros internacionais considerados relevantes no processo de construção do documento. Isso possibilitará ao Ministério da Defesa, em particular, e ao Governo Federal como um todo, o envolvimento de diferentes setores da sociedade brasileira na agenda da Defesa Nacional.
8. Por que é importante envolver diferentes segmentos da sociedade na elaboração do Livro Branco? A preparação de um Livro Branco de Defesa Nacional é um exercício de democracia, onde o processo requer extensa cooperação entre civis e militares. A consulta a representantes e lideranças de diferentes segmentos políticos e sociais possibilita uma ampla conscientização a respeito das funções e do valor das Forças Armadas. O produto final deste processo confere maior legitimidade democrática ao LBDN.
9. O LBDN terá também um mecanismo de accountability? Sim. O Livro Branco de Defesa Nacional se constitui também em um instrumento de prestações de contas, na medida que apresenta ao público o que se espera dos instrumentos nacionais de defesa.
10. Que vantagem representa dispor de um Livro Branco de Defesa? O LBDN contribui para gerar maior confiança e transparência nas relações internacionais com países vizinhos na América do Sul e outras nações, uma vez que resume os objetivos do Estado Brasileiro na área de defesa. A publicação também representa importante contribuição à população brasileira, por divulgar temas de defesa e justificar as alocações dos recursos orçamentários necessários para alcançar os níveis de desempenho exigidos pela Política Nacional de Defesa.
11) Todas as informações sobre as Forças Armadas serão disponibilizadas no Livro Branco de Defesa Nacional? Não. O LBDN não pretende tornar públicas informações de caráter sigiloso capazes de comprometer a segurança nacional. Por outro lado, tampouco há intenção de manter na penumbra corporativa dados essenciais que ajudem a melhor compreender a realidade de nossas Forças Armadas. O Livro Branco será uma poderosa ferramenta de ampliação da participação civil nos assuntos de defesa. E também servirá para ampliar de modo significativo o conhecimento do próprio estamento castrense sobre si mesmo.

sábado, 29 de outubro de 2011

Comandante-em-Chefe da Esquadra visita a Fragata “União”

O Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, Comandante da Força-Tarefa 710.1, decolou, no dia 9 de outubro, da Fragata “Niterói”, Capitânia da Força-Tarefa, para visitar a Fragata “União”, durante os exercícios da Operação “TROPICALEX”. Os navios, que suspenderam da Base Naval do Rio de Janeiro em 6 de outubro, estavam navegando ao norte do Arquipélago de Abrolhos, conduzindo exercícios para adestramento dos meios da Esquadra e preparo da Fragata “União” para participar, como Capitânia, da Maritime Task Force (MTF) da Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano (UNIFIL) comandada pelo Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Segurança na Copa

O Ministério da Justiça publicou a Portaria nº 31 instituindo um Grupo de Trabalho para atuação na Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2014, Olimpíadas de 2016, Para-Olimpíadas de 2016 e eventos Afins - GTCOPA, com a missão de coordenar, articular, interagir, planejar, implementar e avaliar, em âmbito interno e externo, as ações necessárias à segurança e proteção das pessoas e instituições participantes ou presentes a estes grandes eventos, cumprindo as demandas oriundas da Comissão Especial de Segurança Pública da FIFA.
A presidência do GT Copa é exercida pelo secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. Outros departamentos da Senasp, como a Força Nacional e o Departamento de Políticas, Programas e Projetos (Depro), entre outros da secretaria, fazem parte do grupo.

Está decidido nas mais altas esferas: o Brasil deve lançar em 2014 seu primeiro satélite geoestacionário de comunicações

Significa que os satélites geoestacionários brasileiros passam a compor um capítulo especial do Programa Espacial Brasileiro, que agora inclui as telecomunicações por satélite, em trabalho conjunto com a Telebrás, do Ministério das Comunicações, e com o Ministério da Defesa.
A primeira geração de satélites brasileiros geoestacionários começou com o satélite Brasilsat A1, orbitado em 1985. Vários outros vieram depois: Brasilsat A2, em 1986; Brasilsat B1, em 1994; Brasilsat B2, em 1995; e Brasilsat B3, em 1998.
Todos eles adquiridos pela Embratel – até então pertencente ao nosso Ministério das Comunicações – de empresas privadas do Canadá e dos EUA, e lançados a partir de Kourou, na Guiana Francesa, pelo foguete europeu Ariane. Sem nenhuma ligação com o Programa Espacial Brasileiro.
Hoje, a Star One conta com cinco dos satélites referidos, localizados nas excelentes longitudes de 75, 70 e 65 graus oeste, vendendo serviços de comunicações domésticas e internacionais, com alta taxa de uso. É deles e de outros satélites de empresas privadas que se servem hoje nossas instituições oficiais civis e militares.
Tal dependência é inaceitável. Por isso, os dois satélites a serem construídos a partir de agora com máxima presteza virão preencher importantíssimas lacunas, inclusive a de levar internet em banda larga às populações das zonas mais remotas do país.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sun Tzu - a "Arte da Guerra" - resumo do livro em Português e 10 episódios de video em inglês - Atualmente o guia de sucesso para o Empreendorismo e

Veja a nossa nova página sobre Sun Tzu clicando AQUI

É uma obra original e valiosa porque é considerado o mais antigo tratado de guerra e hoje parece destinad a secundar a guerra das empresas no mundo dos negócios. A lição que se tira da obra é que a primeira batalha que devemos travar é contra nós mesmos. Para atingir uma meta, o autor ensina, que é necessário agir em conjunto, conhecer o ambiente de ação, o obstáculo a ser vencido e, é claro, conhecer seus próprios pontos fortes e pontos fracos. A grande sabedoria é obter do adversário tudo o que desejar, transformando seus atos em benefícios. Em relação aos comandados, é preciso manter uma disciplina rígida, ser respeitado, ter prestígio, ser temido. Para isso é preciso agir rápido à medida que as infrações ocorram. A superioridade numérica isolada não confere vantagem, mas a determinação de um líder sim. A energia deste, será fundamental para a vitória, mas não se trata uma energia cósmica ou religiosa, e sim da vontade de agir e conseguir conquistar objetivos. Seus princípios podem ser aplicados, por indivíduos no confronto com seus oponentes, exércitos contra exércitos e empresas contra suas concorrentes. Embora não se saiba ao certo se Sun Tzu existiu ou é uma figura lendária, os escritos são de Se-Ma Ts´ien, do século I a.C.

Atualmente estes ensinamentos são ensinados para empresários e no mundo dos negócios, existindo diversas edições sobre esta aplicabilidade a diferentes áreas onde o empreendedorismo e lideranças se destacam

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Quatro navios do Comando da Flotilha de Mato Grosso participaram da Operação “ACRUX-V”


No período de 18 a 23 de agosto, foi realizada a Operação Ribeirinha Combinada “ACRUX-V” na região de Ibicuy, na Província de Buenos Aires, Argentina. A Operação é realizada a cada dois anos em caráter de rodízio entre as Marinhas da Argentina, da Bolívia, do Brasil e do Paraguai. O Uruguai participa como observador. Na edição de 2011, a Marinha do Brasil participou com os seguintes meios: Monitor “Parnaíba”, Navio-Transporte Fluvial “Paraguassu”, Navio de Apoio
Logístico Fluvial “Potengi”, Navio-Patrulha “Penedo”, uma Companhia de Fuzileiros Navais e um Helicóptero IH-6B. Nesse exercício, coube ao Comando da Flotilha de Mato Grosso exercer o comando do Grupo Tarefa de Assalto Ribeirinho Combinado. Foram realizadas ações de desembarque por superfície, tomada de pontos estratégicos em terra e controle do tráfego fluvial. Destaca-se, ainda, o aspecto meio ambiente como o grande desafio da tropa brasileira, em função do desembarque ribeirinho ter ocorrido com temperatura em torno de 0º.
O exercício, além de incrementar a interoperabilidade com Marinhas amigas, possibilitou o estreitamento dos laços de amizade entre os Países participantes.