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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:

- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes

- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade

- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
Laton Tombé

Obras a publicitar em breve

sábado, 3 de dezembro de 2011

Embraer Defesa e Segurança e AEL formam nova empresa


A Embraer Defesa e Segurança e a AEL Sistemas S.A., subsidiária brasileira da israelense Elbit Systems sediada em Porto Alegre (RS), acabam de fechar acordo para formar uma nova empresa que terá como atividade a exploração do mercado de Veículos Aéreos Não Tripilados (VANT). A Harpia Sistemas S.A., terá 51 % de seu capital social nas mãos da Embraer D&S e 49% sob o controle da Elbit.
A Embraer e a AEL Sistemas (ex-Aeroeletrônica) possuem uma longa lista de parcerias envolvendo aviônica embarcada, incluindo fornecimentos para modernização de aeronaves da Força Aérea Brasileira. A empresa gaucha participa atualmente da modernização dos aviões de combate A-1 e F-5, bem como dos turboélices de transporte e patrulhamento marítimo Bandeirante e também forneceu aviônicos para o avião de treinamento avançado e ataque leve A-29 Super Tucano, produzido pela Embraer D&S.

Brasil e Turquia discutem provável cooperação na área tecnológica militar


O ministro de Defesa, Celso Amorim, manteve com seu colega turco, Ismet Yilmaz, conversações visando negociar uma eventual cooperação entre os dois países na área de projetos militares navais e aeronáuticos.
Fez parte da pauta discutida a possibilidade de participação da indústria aeronáutica turca no projeto do avião de transporte KC-390 da Embraer e uma possível colaboração brasileira em projetos de aviões de combate que estão em andamento na Turquia. O país vem realizando estudos na área de aviões de combate de quinta geração e o Brasil tem interesse em participar desse tipo de projeto. A Embraer poderá contribuir com ele, notadamente empregando sua comprovada expertise na área de aerodinâmica.
Segundo Amorim, algumas semelhanças existentes entre o Brasil e a Turquia, como os níveis de desenvolvimento tecnológico compatíveis, podem contribuir para o bom encaminhamento dessas negociações. “A indústria de defesa turca é muito desenvolvida e possui larga experiência em joint-ventures, bem como em absorção de tecnologias. Essa experiência pode ser muito útil ao Brasil”, disse Amorim durante uma entrevista.
O Centro de Avaliações do Exército (CAEx) realizou  no Campo de Provas da Marambaia (RJ), um evento de exibição de novos equipamentos e armas em processo de desenvolvimento e integração aos meios de ação da Força. 
Na ocasião, foi realizada uma demonstração de tiro real com a Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP) Guarani, cujo desenvolvimento esta sendo realizado conjuntamente pelo Centro Tecnológico do Exército (CETEx) e o consórcio Fiat-Iveco. As demonstrações de tiro consistiram no disparo do canhão de 30 mm UT 30 BR instalado em uma torre estabilizada não tripulada integrada ao Guarani. Esses disparos foram executados contra alvos posicionados a 150, 500 e 1500 metros de distância, operação que resultou em acertos precisos de alvos móveis localizados a 1000 metros graças à pontaria executada pela mira eletrônica instalada no novo blindado. Pesando 18 toneladas, dotado de tração 6x6 e capacidade de transportar 11 soldados além de dois condutores, o Guarani deverá substituir os EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu atualmente em serviço no EB, e sua produção seriada, que prevê 2044 exemplares, deverá começar no segundo semestre de 2012. 
O evento marcou também a entrega dos dois primeiros radares transportáveis de vigilância aérea de baixa altitude SABER M 60 desenvolvido pela brasileira Orbisat. Essas unidades fazem parte de um lote de nove equipamentos encomendados pelo EB e serão operados pela Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea (sediada na Vila Militar, no Rio de Janeiro) e pelo 2º Grupo de Artilharia Antiaérea, localizada em Praia Grande (SP).
Além do Guarani e do SABER M-60, foi exibido para as autoridades presentes o novo fuzil IA2 da Imbel. A arma será produzida nos calibres 7,62mm e 5,56mm obedecendo as mais rigorosas normas operacionais internacionais, incluindo comprovada resistência aos efeitos de ambientes marinhos e arenosos ou dominados por densa poeira, bem como extremamente úmidos e gelados. Atendendo também as exigências de baixo peso, a arma combina durabilidade estrutural com efetiva operacionalidade dependendo apenas de munição 100% nacional.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

China tem arsenal nuclear muito maior do que se acredita


A China tem escondido em um sistema de túneis um arsenal nuclear muito maior do que se acredita, próximo a 3 mil ogivas, segundo o estudo de um grupo de estudantes da Universidade de Georgetown (EUA) coordenado por um ex-importante funcionário do Pentágono.
Divulgado nesta quarta-feira pela imprensa americana, o estudo se baseia em milhares de imagens captadas por satélite e em centenas de documentos militares do Corpo da Segunda Artilharia da China, encarregada de construir uma rede de 3 mil km de túneis secretos supostamente para proteger e conduzir o arsenal nuclear do país.

Radar em Kaliningrado colocado em estado de alerta de combate


A nova estação de radar na parte ocidental do país foi colocada em estado de alerta de combate. A estação de radar Voronej-DM vai controlar o espaço aéreo e cósmico desde o pólo Norte até à parte norte do continente africano. O seu raio de ação é da ordem de seis mil quilômetros. O presidente Dmitri Medvedev ordenou o lançamento da estação de radar em resposta ao posicionamento do sistema americano de defesa antimíssil na Europa.

A Rosoboronexport e o Brasil - Firmar parcerias entre os mercados brasileiro e russo no setor tecnológico é o foco principal da corporação no país

"Nós queremos estabelecer boas relações com as empresas brasileiras, buscando parcerias para transferir tecnologias da Rússia para o Brasil e vice-versa", afirmou o representante da Corporação Estatal Tecnologias Russas e do Rosoboronexport e vice-chefe comercial da Embaixada da Rússia no Brasil, Oleg Strunin.
A declaração foi feita no seminário "Possibilidades para o Desenvolvimento dos Negócios entre Rússia e Brasil nas Áreas de Combustíveis e Energia, Eficiência Energética e Preservação dos Recursos Naturais”, realizado na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na segunda-feira, 28. O evento contou com o apoio da Representação Comercial da Federação da Rússia no Brasil e do Grupo MIR.
Mais de 500 companhias diferentes da Corporação Tecnologias Russas atuam no Brasil, nas áreas civil e militar. "Nós já firmamos alguns contratos na área militar com a Aeronáutica, vendendo 20 helicópteros, e também em outros sistemas para o Exército brasileiro", explicou Strunin. De acordo com ele, além do setor de aviação, a corporação desenvolve projetos nas áreas tecnológica, elétrica e bioquímica, entre outras.
Outro objetivo do grupo russo é atuar na área de segurança, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, já visando à realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.
Oleg Strunin destacou ainda as relações estabelecidas entre os dois países no setor de carne e a busca de possibilidades para trabalhar na área tecnológica aqui no Brasil.

Brasil aumenta poder naval para proteger reservas de petróleo - A Marinha ficou encarregada de desenvolver uma força para proteger as enormes reservas de petróleo do pré-sal, a bacia do Rio Amazonas e seus 7.491 quilômetros de costa


Como parte da Estratégia de Defesa Nacional apresentada em 2008, a Marinha ficou encarregada de desenvolver uma força para proteger as enormes reservas de petróleo do pré-sal, a bacia do Rio Amazonas e seus 7.491 quilômetros de costa. Os campos de petróleo, localizados no sudeste da costa do país podem conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo de alta qualidade, de acordo com estimativas oficiais.
Em um discurso ao comando da Marinha em junho, a presidente Dilma Rousseff ressaltou que esse desenvolvimento, incluindo a aquisição do primeiro submarino do país de propulsão nuclear, representa um importante "instrumento de dissuasão". No começo deste mês, o almirante Luiz Umberto de Mendonça disse a um painel do congresso que cerca de US$ 117 bilhões seriam necessários em 2030 para financiar o projeto, incluindo a aquisição de 20 submarinos convencionais, seis de energia nuclear e a criação de uma segunda frota que ficará em uma base no Nordeste.
 Eric Wertheim, um analista do Instituto Naval dos EUA, em Annapolis, disse que o Brasil, com "uma poderosa economia e cerca de 200 milhões de pessoas deve ter condições de defender seus campos de petróleo em águas profundas e a região da Amazônia". "O país (deve) também estar pronto para um futuro imprevisível que pode incluir demandas como escoltar navios mercantes que estão vulneráveis a ataques de piratas do outro lado do mundo", disse Wertheim à AFP, que edita o Guia do Instituto Naval para Frotas de Combate do Mundo.