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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2011:

- INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DO CIBERESPAÇO - UM VECTOR ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL - AUTOR: TCor Tm (Eng) Paulo Fernando Viegas Nunes

- TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO - A verdade de Um falso Mundo - AUTOR: Luis Boa Nova Verdade

- TECNOLOGIA, NÃO TECNOLOGIA – Estilhas Coloniais, e mais na vida do Rio de Janeiro no século XXI - AUTOR:
Laton Tombé

Obras a publicitar em breve

domingo, 18 de março de 2012

Esquadrilha da Fumaça 60 Anos - Maior Show Aeronáutico do Brasil

Nos dias 12 e 13 de maio de 2012, na Academia da Força Aérea - Pirassununga/SP, a Esquadrilha da Fumaça irá comemorar seus 60 anos de criação com o maior show aéreo do Brasil! Será um evento sem precedentes na história do país, com a presença confirmada das melhores esquadrilhas civis e militares da América do Sul, diversos aviões de combate, shows musicais, além da tentativa da Fumaça de incrementar seu próprio recorde mundial voando em formação com 13 aeronaves em voo invertido, na presença de um público estimado em mais de 100 mil pessoas.

PROFORÇA - Mensagem do Comandante do EB

Assista, neste vídeo, a mensagem do Comandante do Exército sobre o PROFORÇA, projeto que orienta o processo de Transformação do Exército Brasileiro nas áreas de: Ciência & Tecnologia, Doutrina, Educação & Cultura, Engenharia, Gestão, Logística, Orçamento & Finanças, Preparo & Emprego e Recursos Humanos.

Defesa - Grupos de Trabalho apresentam propostas para padronizar instrução sobre apoio de fogo

 A principal atividade neste quarto dia (15/3) do I Seminário sobre Apoio de Fogo em Operações Conjuntas, realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) em Brasília, serão os trabalhos de grupo. Os cerca de 90 participantes, divididos em três grupos (Alfa, Bravo e Charlie), terão a incumbência de apresentar propostas de alteração e aperfeiçoamentos acerca da Instrução Provisória (IP) preliminarmente elaborada pela Força Aérea Brasileira sobre o Apoio de Fogo.
O grupo Alfa tem como tópicos de análise o Sistema de Apoio de fogo e Efeitos Desejados; Sistema de Apoio de Fogo Conjunto; Planejamento e Coordenação; Missões Pré-Planejadas e missões imediatas. Já o Grupo Bravo, terá como temas de estudo as medidas de coordenação de apoio de fogo; zonas de fogos e limites; medidas permissivas; medidas restritivas e coordenação do uso do espaço aéreo. O grupo Charlie vai se debruçar sobre itens como órgãos de coordenação e controle; comando e controle nas Forças Naval, Terrestre e Aérea Componente; além do comando e controle no Comando Combinado.
O seminário tem como objetivos estabelecer parâmetros básicos para o desenvolvimento da doutrina de Operações Conjuntas; identificar as necessidades e as limitações de integração sistêmica entre as atividades relacionadas ao Apoio de Fogo em Operações Conjuntas; disseminar e nivelar conhecimentos doutrinários relacionados ao Apoio de Fogo em Operações Conjuntas a fim de possibilitar o desenvolvimento de doutrina conjunta no âmbito das Forças; e obter subsídios para a elaboração de uma instrução provisória sobre o Apoio de Fogo em Operações Conjuntas.

A programação completa do evento pode ser acessada no endereço eletrônicohttp://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?page=operacao_emaer

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Caças Não Estarão na Agenda do Encontro de Dilma Com Obama


EUA e Brasil buscam intensificar negócios – Vice-secretário diz que o Departamento de Estado vai ajudar companhias americanas e brasileiras a fazerem investimentos Cientes do impossível diálogo sobre livre comércio, os Estados Unidos envolveram o Brasil na sua “diplomacia de empregos” de forma singular. Washington vê hoje o Brasil como uma fonte de investimentos produtivos, como mercado em expansão para as suas exportações de manufaturas e como futuro provedor de petróleo e gás. Longe das mesas de negociações comerciais, pretendem estimular contratos de negócios e investimentos recíprocos com base no arcabouço de cooperação econômica estabelecido no ano passado. A presidente Dilma Rousseff será recebida na Casa Branca no próximo dia 9 de abril nesse contexto de ansiedade dos EUA em gerar empregos domésticos por meio da maior conexão entre as duas economias. A base da relação econômica bilateral de longo prazo foi desenhada em março de 2011, em Brasília, quando Dilma e o presidente americano, Barack Obama, assinaram o memorando de cooperação econômica e o diálogo estratégico sobre energia. O desafio, agora, será desdobrar esses acordos em contratos no setor privado. O Brasil tem sido tratado como um “aliado” por Washington, ciente das divergências em vários campos diplomáticos. Mas, curiosamente, ainda não é chamado por Washington como “parceiro”, em sentido mais amplo, a exemplo da também emergente Índia e dos países da Parceira Transatlântica, a prioridade de sua política comercial.

Minicom, MCTI e Defesa batem o martelo sobre SGB

O ministro Paulo Bernardo esclarece que esse decreto não trata da dificuldade que a Telebras está enfrentando para ser contratada pelos órgãos da administração pública sem participar de licitação. Bernardo também não quis comentar se o governo estava “pegando carona” na questão da segurança nacional para estabelecer dispensa de licitação também para a venda do serviço aos órgãos de administração pública.
O segundo decreto estabelece o modelo de gestão da empresa integradora e as condições em que deverá acontecer a transferência de tecnologia para a indústria nacional.
Este decreto também prevê a criação de um comitê formado pelo Ministério das Comunicações, Ministério da Defesa e Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação que fará o acompanhamento e a supervisão do projeto.
No campo técnico, será criado um escritório de projetos composto por representantes dos ministérios e também da AEB e do Inpe, e que estabelecerá os requisitos para a compra do satélite, além de acompanhar o trabalho de integração.
O procedimento formal para a publicação dos decretos, que deverão ser publicados no mesmo dia, é uma apresentação do texto à Casa Civil, que poderá sugerir pequenos ajustes uma vez que, segundo Bernardo, participou das discussões.
Depois disso, é agendada uma reunião com a presidenta onde será apresentado o projeto e, em questão de dias, os decretos são assinados. A joint-venture entre Telebras e Embraer poderá ter até quatro diretores, sendo que um deles, o diretor de tecnologia, deverá obrigatoriamente ser indicado pela Telebras.

Brasil e China estudarão plano espacial de 10 anos

A mais alta instância da cooperação Brasil-China referendou, em 13 de fevereiro passado, a decisão tomada ainda em agosto de 2011 pela Subcomissão Espacial brasileiro-chinesa de criação de um grupo de trabalho especialmente encarregado de discutir e elaborar um plano decenal de colaboração em atividades espaciais.
Não poderia haver maior e mais ambiciosa novidade na já longa – e nem sempre retilínea – trajetória da cooperação espacial entre os dois países, iniciada em junho de 1988, quando o então Presidente José Sarney assinou, em Pequim, o primeiro acordo envolvendo tecnologia de ponta entre países em desenvolvimento, para a construção conjunta do primeiro satélite Brasil-China de recursos naturais da Terra, ou seja, de sensoriamento remoto dos recursos e riquezas terrestres, conhecido pela sigla CBERS (China-Brazil Earth Resources Satellite).
A notícia é extremamente alvissareira. Significa que o Brasil aprovou a possibilidade de assumir um plano de planejamento espacial de nada menos de 10 anos, junto com um país altamente planejado, que graças a isso deu uma virada histórica – com um ritmo vertiginoso de crescimento – e, hoje, está bem próximo de se tornar uma potência econômica e política como poucas. Quando fizemos algo semelhante? Nunca.
A tarefa nos impõe não apenas uma política de governo, mas, em especial, uma política de Estado, de longo prazo, de pensar grande, à prova de mandatos e gestões de alguns poucos anos, apequenados pelo imediatismo. Eis aí ao alcance de nossas mãos a efetivação do antigo sonho de nossa comunidade científica e tecnológica, além de muitos gestores, ministros e parlamentares, todos conscientemente de olho nos campos estratégicos do conhecimento, indispensáveis ao desenvolvimento sustentável, sensato, responsável e promissor, que pedem muito mais do que três ou quatro anos.
Isso implica outras tarefas desafiantes. Teremos que mudar de hábitos, olhar mais longe, pesquisar a fundo com dados mais prospectivos, alargar nossas reflexões e hipóteses, e nos organizar como jamais antes para compor um novíssimo grupo de trabalho, com gente capaz e disposta a se empenhar sistematicamente na montagem de um plano de ações definidas e priorizadas com o máximo cuidado, segurança e determinação para toda uma década, no mínimo.
O plano decenal, se de fato vingar e ganhar corpo, incluirá o CBERS-5 e -6, e os seguintes, um satélite de meteorologia e, quem sabe, um satélite radar (capaz de superar as intempéries que dificultam a observação da Terra), que tanto necessitamos para melhor monitorar a imensa Amazônia, patrimônio inestimável a zelar, conhecer e explorar de forma sustentável com a mais avançada tecnologia.
Será uma escola de futuro. Provavelmente das primeiras e mais eficientes em suas múltiplas experiências e lições. Nela, poderemos formar toda uma geração de graduados, pós-graduados, técnicos, especialistas, empresários, usuários e cidadãos preparados para viver num tempo que ainda nem sabemos se realmente virá, tamanha é a crise global que hoje enfrentamos, querendo ou não.

IAE lança com sucesso mais um Foguete VSB-30

Foi realizado com sucesso o 13º vôo do foguete de sondagem brasileiro VSB-30, sendo o 10º lançado a partir do Centro de Lançamento de Esrange, acrônimo de European Spaceresearch RANGE, localizado a 200 km do Círculo Polar Ártico, próximo à cidade de cidade Kiruna na Suécia. O lançamento ocorreu hoje (13/02/2012) às 10h15min horário local, 7h15min pelo horário de Brasília.
O veículo VSB-30 V16 atingiu o apogeu nominal previsto de 259 km, transportando a carga útil MASER 12, com cinco experimentos da Agência Espacial Européia (ESA), durante mais de 6 minutos em ambiente de microgravidade.
A Campanha MASER 12, mesmo nome da carga útil, envolveu equipes do Swedish Space Corporation - SSC (Suécia), German Aerospace Center - DLR (Alemanha) e Instituto de Aeronáutica e Espaço - IAE (Brasil), dentro do Programa de Cooperação Brasil (IAE) e Alemanha (DLR).
A carga útil foi recuperada a 99 km de distância do sítio de lançamento e dentro da área de resgate prevista.
Além de Esrange, outros três lançamentos já ocorreram a partir no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), em 2004, 2006 e 2010, respectivamente.